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1º nível - Grande Área: aglomeração de diversas áreas do conhecimento, em virtude da afinidade de seus objetos, métodos cognitivos e recursos instrumentais refletindo contextos sociopolíticos específicos;  
- 1º nível - Grande Área: aglomeração de diversas áreas do conhecimento, em virtude da afinidade de seus objetos, métodos cognitivos e recursos instrumentais refletindo contextos sociopolíticos específicos;  


- 2º nível – Área do Conhecimento (Área Básica): conjunto de conhecimentos inter-relacionados, coletivamente construído, reunido segundo a natureza do objeto de investigação com finalidades de ensino, pesquisa e aplicações práticas;
- 2º nível – Área do Conhecimento (Área Básica): conjunto de conhecimentos inter-relacionados, coletivamente construído, reunido segundo a natureza do objeto de investigação com finalidades de ensino, pesquisa e aplicações práticas;

Edição das 01h39min de 17 de maio de 2016


DESCRIÇÃO GERAL DA PROFISSÃO

A gestão do conhecimento é um conjunto de estratégias para criar, adquirir, compartilhar e utilizar ativos de conhecimento, bem como estabelecer fluxos que garantam a informação necessária no tempo e formato adequados, a fim de auxiliar na geração de idéias, solução de problemas e tomada de decisão.

A adoção da Gestão do Conhecimento e da Aprendizagem Organizacional tem como objetivo registrar e intensificar o compartilhamento de idéias, informações e experiências. Atualmente, com o advento da Internet e outras facilidades do mundo da informática, a informação disponível aumentou exponencialmente. As unidades de informação, com suas atividades de coleta, organização, disponibilização e acesso a informações em bancos de dados internos e externos, possuem condições de promover a disseminação dos conhecimentos necessários a aprendizagem organizacional e ao sucesso da empresa.


DESCRIÇÃO DETALHADA DAS ATIVIDADES

A gestão do conhecimento trabalha no âmbito do não registrado: reuniões, eventos, construção individual de conhecimento, valores, crenças e comportamento organizacional, experiências práticas, educação corporativa, conhecimento de mundo etc., constituindo-se nos ativos intelectuais (intangíveis).

Antes de mais nada, convém esclarecer que “gestor do conhecimento” não se trata necessariamente de um CKO (Chief Knowledge Officer), um executivo de alto escalão responsável por todo o conhecimento existente na empresa. Para os fins deste trabalho, “gestor do conhecimento” pode se referir a qualquer profissional empenhado na preservação e desenvolvimento dos conhecimentos inerentes a algum escopo (departamental, de uma especialidade técnica ou mesmo individual).


Cabe ao gestor do conhecimento:

- promover ações para garantir a disponibilidade e integridade do conhecimento, por meio de iniciativas de multiplicação ou conversão, visando manter o “estoque de conhecimento” nos níveis necessários à operação da organização;

- proteger o conhecimento corporativo, observando as diferentes ferramentas disponíveis para proteção do conhecimento tácito, explícito e implícito;

- determinar a fronteira aceitável entre o conhecimento compartilhável e não compartilhável, nas esferas individual e coletiva;

- promover a cultura do compartilhamento e uso ético do conhecimento;

- identificar os mecanismos de estímulo ao compartilhamento compatíveis com a cultura organizacional;

- definir os mecanismos de aquisição de novos conhecimentos;

- definir e controlar a métrica de mensuração do conhecimento;

- planejar as iniciativas de gestão do conhecimento em um plano consistente de curto, médio e longo prazo.


REQUISITOS DO PROFISSIONAL

- ter a missão de inspirar as pessoas a atingir um objetivo comum;

- estar envolvido e comprometido no processo, fazer análises criteriosas, ter uma visão holística e orgânica;

- a paixão do gestor deve não só primar pelos resultados, mas motivar o comprometimento;

- suas atitudes e postura se tornam uma referência para seus liderados;

- ter planejamento e saber a hora certa de executá-lo;

- deve ser transparente e inspirar confiança;

- precisa saber se comunicar, tendo um discurso objetivo, coeso e motivador;

- é um eterno aprendiz e reconhece a riqueza do compartilhamento das experiências;

- passar serenidade, respeito e seriedade para o seu interlocutor;


ESPECIFICIDADES

- Identificar demandas necessidades de conhecimento;

- Mapear e reconhecer fluxos informais;

- Desenvolver a cultura organizacional positiva em relação ao compartilhamento/socialização de conhecimento;

- Proporcionar a comunicação informacional de forma eficiente, utilizando tecnologias de informação e comunicação;

- Criar espaços criativos dentro da corporação;

- Desenvolver competências e habilidades voltadas ao negócio da organização;

- Criar mecanismos de captação de conhecimento, gerado por diferentes pessoas da organização;

- Desenvolver sistemas corporativos de diferentes naturezas, visando o compartilhamento e uso de conhecimento;

- Fixar normas e padrões de sistematização de conhecimento;

- Retroalimentar o ciclo;


SUBAREAS DO CONHECIMENTO

- 1º nível - Grande Área: aglomeração de diversas áreas do conhecimento, em virtude da afinidade de seus objetos, métodos cognitivos e recursos instrumentais refletindo contextos sociopolíticos específicos;

- 2º nível – Área do Conhecimento (Área Básica): conjunto de conhecimentos inter-relacionados, coletivamente construído, reunido segundo a natureza do objeto de investigação com finalidades de ensino, pesquisa e aplicações práticas;

- 3º nível - Subárea: segmentação da área do conhecimento (ou área básica) estabelecida em função do objeto de estudo e de procedimentos metodológicos reconhecidos e amplamente utilizados;

- 4º nível - Especialidade: caracterização temática da atividade de pesquisa e ensino. Uma mesma especialidade pode ser enquadrada em diferentes grandes áreas, áreas básicas e subáreas.


JOAO/ CARLOS HENRIQUE